quinta-feira, 31 de janeiro de 2008

Avenida da Liberdade

Ontem passei na Avenida da Liberdade. E pensei na palavra. Liberdade. Pouco usada. Poucos entendem o seu verdadeiro significado. Se é que ainda significa alguma coisa neste país à beira-mar plantado.

Liberdade de revelar o que nos vai cá dentro. Liberdade de fazer o que nos dita a consciência, sem medo de consequências ou de mau agoiros. Liberdade de escrever, fotografar, passear, conviver, relatar, ouvir palavras com liberdade e sem medos. Sem amarras. Esquecimento da submissão, servidão, dependência nítida e mesmo irracionalidade. Porque somos todos, naturalmente, seres livres no pensar, agir. Foi isso que sempre aprendi nos meus anos de estudo!

Kant dizia que ser livre significa ter autonomia. Ter conhecimento suficiente para ser um ser racional, pensar por si, ouvindo os outros mas ter autonomia suficiente para pensar moralmente no que é certo ou errado. Dito ou não dito, feito ou não feito. Assim é a minha liberdade: actos e frases conscientes mas livres de qualquer censura ou medo do que é dito ou omitido. Uma pessoa livre, poderá exercer esse direito (e dever!) com a maior clareza se conhecer e tiver consciência da sua liberdade.

A liberdade é poder andar à solta, correr, saltar, dançar, quando nos apetecer... sempre com muita consciência e racionalidade. Escrever, falar e comentar com responsabilidade e consciência dos nossos actos. Amo a liberdade mesmo nunca ter vivido num estado dito "não livre". Mas, nem sempre aquilo que parece, o é de facto. E isso preocupa-me.

Saber que há muitas, demasiadas, pessoas que não dizem o que lhes vai no coração, com medo das represálias. Não se querem meter em problemas, medo de perder o emprego, os amigos e conhecidos, os vizinhos e quem não conhecem. Medo de manifestar as injustiças que alastram a cada esquina. Medo de gritar o que vai mal e merecia estar melhor.

Liberdade faz-me lembrar Abril. Cravos vermelhos. Revolta e crença na possibilidade de um mundo, país, povo melhor. Nas oportunidades acrescidas para todos, na igualdade, na máxima francesa de igualdade/liberdade/fraternidade. Valores há muito esquecidos ou simplesmente, ignorados! Salgueiro Maia, o meu herói no meio de tantos outros.

E ontem, voltei a ter esperança de sentir uma liberdade verdadeira e consciente. Liberdade de agir e falar, mas sobretudo de ouvir. Mas é preciso que ela renasça, primeiros nos nossos corações, e depois na nossa realidade. E hoje vou rezar para que isso aconteça verdadeiramente!

"Amo a Liberdade, por isso...
Deixo as coisas que amo livres
Se elas voltarem é porque as conquistei...
Se não voltarem é porque nunca as possui."
(John Lennon)

My Law!

Já ficava contente com uma fotocópia deste sorriso... só para mim ;)

domingo, 27 de janeiro de 2008

Música de hoje

"Running through the monsoon
Beyond the world
To the end of time
Where the rain won't hurt.
Fighting the storm"

sábado, 26 de janeiro de 2008

This is my day!!

Mais um...

P.S.: E, cheguei à "idade dos suicídios"! E segundo a minha teoria, se não me suicidar agora, nunca me vou suicidar :p

sexta-feira, 25 de janeiro de 2008

Sopra sopra!

"Existe em Portugal uma criminalidade muito importante, do mais nocivo para o Estado e para a sociedade, e que andam por aí impunemente alguns a exibir os benefícios e os lucros dessa criminalidade e não há mecanismos de lhes tocar. Alguns até ostensivamente ocupam cargos relevantes no Estado Português".

Foram estas as palavras de António Marinho Pinto, novo bastonário da Ordem dos Advogados, à Antena 1, que levaram o Procurador Geral da República, a instaurar-lhe um inquérito! E, obviamente, à boa moda de Marinho Pinto, ele próprio já se disponibilizou para ir à Assembleia da República, sugerindo a criação de uma comissão de inquérito, por considerar que as situações que denunciou são graves e justificam a iniciativa. É bom saber que ainda há quem não tenha medo de inquéritos...

Na entrevista à rádio do estado, Marinho Pinto acrescentou que há pessoas com cargos de relevo no Estado português que cometem crimes "impunemente", e que em breve poderá avançar com casos concretos. E mais: "o fenómeno da corrupção é um dos cenários que mais ameaça a saúde do Estado de direito em Portugal".

É mentira? Basta recuarmos um ano para notarmos que não é!

Sei que não podemos chegar aos meios de comunicação social e dizer o que nos apetece, sem apresentar provas concretas. Mas ele não disse nenhuma mentira! Ou seria mentira se políticos do CDS/PP estivessem incolúmes perante as acusações que lhes foram feitas. Ou a Leonor Beleza (ainda alguém se lembra do que ela fez? Ela, a mãe, o irmão e sabemos lá nós quem mais esteve envolvido na jogada), e os políticos da Câmara de Lisboa? E o Alberto João Jardim? E o Processo Casa Pia? E o apito dourado? Uii, tanta porcaria que anda por aí, à espera de ser revelada...!

Coincidência ou não, dor de cotovelo ou de cabeça, o CDS/PP requereu a presença de António Marinho Pinto na comissão parlamentar de assuntos Constitucionais, Direitos, Liberdades e Garantias. E Nuno Melo afirmou: "Hoje o doutor Marinho Pinto não é apenas um advogado que faz declarações polémicas, é o bastonário da Ordem que representa todos os advogados. Não pode, por isso, fazer declarações de tamanha gravidade de forma genérica, sem criar suspeições."

Ora, a minha resposta a Nuno Melo: "Tenho pena de não ter representantes como o António Marinho Pinto. Façam declarações polémicas, levantem o véu ou soprem para que ele deixe transparecer alguma coisa. Por vezes as declarações polémicas apenas fazem isso! Lutem por aquilo em que acreditam com a voracidade deste homem, são esses os representantes que eu gostaria de ter."

Continue professor (orgulhosamente posso dizer que ele foi meu professor e bastou a primeira aula para o topar... perceber que não consegue estar calado na iminência de rebentar com tanta informação. E ainda bem!),a comportar-se como até aqui! É assim que mostrarmos o nosso sangue nas guelras! Mostramos que ainda vivemos e lutamos contra as injústiças... uma das frases que não se cansava de repetir! E nem sempre o que parece justo o é... outra! E tantas outras... mas sobretudo a coragem em lutar pela liberdade, justiça e pela nossa consciência!

Ainda bem que estou sentada

"Publicação mensal de carácter inovador (terapias alternativas) procura 2 Jornalistas estagiários. Zona da Grande Lisboa.

Procura-se:
- Estudante/Finalista de Jornalismo/Comunicação Social
- Facilidade de expressão
- Capacidade de organização de trabalho redactorial
- Bom desempenho em trabalho de grupo

Oferece-se:
- Possibilidade de ver os seus trabalhos publicados (lol?)
- Aprendizagem contínua na actividade (aprendizagem com quem?)
- Possibilidade de futura integração nos quadros (podemos escrever isso num contrato fictício?)
- Excelente ambiente de trabalho (parece ser assim em todo o lado...)
- Possibilidade de trabalhar a partir de casa (pelo menos só gastamos as teclas do nosso computador)
- Chá e café de borla nas instalações" (Umas bolachitas não se arranjam?)

Pela quantidade de cafés que bebo diariamente, este anúncio fez-me pensar (lol!). Podem não me pagar nada pelo meu trabalho em full-time, mas pelo menos poupo no café! A minha única questão é: o café é mesmo bom? E o local onde se bebe café tem o dístico azul?

terça-feira, 22 de janeiro de 2008

Acertar no alvo!

Será justo não receber uma prenda no nosso dia de anos, tendo a pessoa já a comprado?

Há a curiosidade que nos corrói por dentro e que pode, eventualmente, matar-nos...!

sábado, 19 de janeiro de 2008

Sentença: ilibado!

José Rodrigues dos Santos esclareceu que se "limitou a dizer a verdade até à última vírgula".

O pivot comentou ontem o arquivamento do processo disciplinar instaurado pela anterior administração, e elogiou a actual, liderada por Guilherme Costa. Almerindo Marques, ex-presidente do Conselho de Administração da RTP, garante que repetiria o mesmo procedimento em "circunstâncias idênticas".

Gostei do processo ter sido arquivado. Não gostei dele ter elogiado a nova administação da RTP... dá a sensação de que apenas os elogia porque pelo arquivamento. Não lhe fica muito bem essa máscara.

sexta-feira, 18 de janeiro de 2008

Sim à independência!

Ouvi dizer que o Alberto João Jardim quer a independencia para as suas ilhas. E que está do lado do povo, se esse for o seu desejo.

Não vejo qual seja o problema de não lhe concretizarmos esse sonho. José Sócrates, trata da papelada e toca a meter a Madeira independente e longe de nós. Sobretudo o Alberto João...!


Para ti...

Sei que é uma parvoíce mas acaba por ser mais forte do que eu. Gosto de ouvir histórias, boas e más, com final feliz ou infeliz, mas histórias. E gosto bastante das histórias de amor, de pais, amigos, namorados, avós, gatos e cães.

Mas quando ouço uma história de amor que acaba bem, sinto-me dividida. Fico muito feliz pela pessoa, mas muito triste comigo própria. Porque connosco não deu certo, e, nunca vai dar. E perguntam: mas porquê? Porque não... basta sentirmos que não, para termos a certeza de que não vale a pena tentar novamente. Para saber que se o tentarmos será a “morte” de um de nós, da nossa alegria de viver e da magia que somos um para o outro. Porque eu sei, sem que tu mo digas! Sei que sim. Que és tão mágico para mim como o sou para ti.

E porque (ainda) existem poucas coisas na minha vida com o cognome O, prefiro mantê-las assim. E não acabar com elas, com a magia existente, o sonho que perdura até a minha última respiração. E as recordações. Ah, as recordações. Essas só sairão de dentro de mim quando me for, quando já não houver memória cá dentro.

Por um lado, a tristeza de não te ter aqui é muito grande. Por outro, e sobretudo, por outro “avantajado” lado, sei que o que sentimos é sentido por poucos. De forma tão genuína e verdadeira. Para sempre. Afinal não é só nos livros, como sempre imaginei, não é só nas histórias de encantar, também acontece na realidade. E somos felizardos por isso. E agradeço todos os dias por aquele memorável momento, em que te vi, e te conheci, e senti o que nunca mais experienciei. E poucos, tão poucos, conseguem compreender. E muitos, mesmo muitos, acham que deliro.

Até daria para escrever um poema ou a letra de uma música, se tivesse algum tipo de jeito para isso. Escrever estas míseras linhas é tudo o que consigo, e, mesmo assim, não sai muito do imenso que está aqui por dentro. Mas também sei que palavras são vãs e não valem de muito, o mais importante, e sempre foi, é o olhar e aquilo que dele transparece. Verdadeiro e único, inesquecível e indescritível. Como o teu e o meu.

“plim”

quarta-feira, 16 de janeiro de 2008

Ginjinhas aí vamos nós!

A Ginjinha do Rossio reabre amanhã, depois de ter sido encerrada pela Autoridade de Segurança Alimentar e Económica (ASAE).

Até 27 Novembro, a Ginjinha esteve fechada por «falta de condições técnico-funcionais e higieno-sanitárias.» A corajosa propríetária ainda reabriu o estabelecimento em Novembro, mas foi detida por reabertura ilegal e desobedeciência.

Quem me acompanha amanhã numa (ou mais!) ginjinhas? Já amanhã não vá a ASAE fechar novamente a tasca, por desrespeito a uma das milhentas leis que regem esta nova polícia da limpeza...

terça-feira, 15 de janeiro de 2008

Salsichas ou ginásios?

O Governo anunciou que vai baixar o IVA dos ginásios para 5%. Apenas o dos ginásios! Ora, não que não concorde com a medida, apesar de ser um luxo a que eu não me dou ao luxo de usufruir porque não dá mesmo (mesmo com IVA de 5%). E porque, sobretudo porque, não preciso (se bem que uma certa barriguita já se começa a notar, muito por culpa da minha postura não ser nada "direita"...).

Mas vamos a conclusões. Até concordo com a medida, sobretudo porque a "grande generalidade" dos residentes em Portugal frequentam ginásios, sendo assim um bem essencial a todos. É importante principalmente à beleza, tão importante para a economia desta país à beira-mar plantado. Mas não concordo com um aspecto: a limitação da redução do IVA aos ginásios. Apenas e somente!

É que vou ao supermercado e pago bem mais IVA por uma lata de salsichas, bem mais essenciais, do que uns exercícios em ginásios, susceptíveis de serem feitos de borla ao ar livre sem recurso a equipamento para além do oxigénio, força e vontade. Apenas discordo neste ponto. Talvez porque não entenda a essencialidade de se frequentar um local deste género.

O que é que uma máquina de abdominais ou uma hora de fitness tem a mais do que uma lata de salsichas? A verdade é que sem comida não sobrevivo, o mesmo não acontecendo se não frequentar ginásios ou aulas de fitness!

E mais. Não sei até que ponto a aposta é mais bem feita em ginásios, desporto de solitários, do que em desportos de equipa onde a solidariedade, entre-ajuda, entrega e significado de "outros" existe. É o caso do rugby ou basquetebol, entre muitos outros, que não tem recebido incentivos deste género.

Quando alguém me conseguir explicar isto como se eu fosse uma criança de 3 anos e meio, vou ficar muito feliz e talvez, pondere, iniciar-me na frequência de ginásios e aulas de fitness.

segunda-feira, 14 de janeiro de 2008

É assim porque sim!

Há uns tempos perguntaram-me: "Porque Mooncry?" Sorri e pensei na quantidade de vezes que já ouvi a mesma pergunta. Falta de originalidade! Não há nenhuma razão em especial. Foi um impulso do momento em que surgiu o nome, mas mesmo assim, como todos os nomes, há uma história, um início, uma verdade escondida ou demonstrada...!

Tudo começou nos tempos do mirc ou irc. Era a primeira vez que ia entrar nas salas de conversação, e estava empolgada na descoberta de tanta coisa desconhecida. A questão inicial não era saber para que sala de conversação queria ir, mas sim que nome teria a minha "personagem". E fiquei muito tempo a pensar, julgando que o nome era muito importante porque seria a minha identidade. Inicialmente pensei que devia estar relacionado com os Nirvana, com alguma música, algum significado subjacente a qualquer coisa, mas depois imaginei que com o passar dos anos a "febre nirvánica" iria passar e o nick deixaria de ter sentido.

E depois lembrei-me da lua. De tantas e tantas coisas relacionadas com ela, dos sonhos, da magia, do mar que fica lindo com o seu brilho. Dos nossos sonhos tornados realidade quando olhamos para aquele luz intensa, saída do céu a toda a velocidade até aos nossos olhos. E como gosto de efeitos contrários, do que não tem lógica ou não é racional e/ou desejável aos nossos olhos, lembrei-me que a lua não chora. Os nossos olhos é que, muitas vezes, salpicam umas lágrimas, olhando para a sua luz intensa. E assim nasceu mooncry...

A justificação é idiota mas é a única verdadeira. O nome foi ficando, e, com a criação de um blogue nada mais lógico do que usar o mesmo "nick". Até há quem me chame de moony. É apenas uma pessoa, mas a verdade é que o faz de uma forma carinhosa, e, me faz entender que a brincadeira ficou bem registada. Devem existir muitas mais "mooncry's", com outras justificações, talvez mais lógicas.

P.S.: E, como é óbvio em mim, não estaria a falar disto se não estivesse mais sensível. A verdade é que este mísero fim-de-semana, prolongado até hoje, foi passado de lenço na mão, meia hora usado e deitado fora. Constipação claro, que felizmente apenas me afectou o nariz e deixou em paz a garganta. Senti e, ainda sinto, dores horríveis por todo o corpo e um cansaço inexplicável. Sempre que não tenho problemas de garganta fico bem mais afectada no resto do corpo, como se o vírus se vingasse de mim.

quinta-feira, 10 de janeiro de 2008

Bla bla

Sei que tenho andado distante e não tenho escrito nada... mas não tenho muito para vos dizer!

A verdade é mesmo essa... não sei se serei justa com a minha vida ao dizer isto, mas em momentos como estes não apetece dizer muito... apenas ouvir! E é o que tenho feito... ouvido muito, até demais, histórias boas e más, linguagens atraentes ou lamuriantes, sorrisos sinceros ou fingidos, tudo numa realidade que me extravasa.

Estou farta daqui estar... farta deste ritmo que não o é mas que cansa ao mesmo tempo por não despoletar em nós nada de agradável. Farta de me angustiar com os "ses" que não param de soar na minha mente. E sobretudo, cansada de estar sozinha mas sempre bem... não há outra solução. Há muitas coisas que faltam, e se nada faltasse isto também não teria piada nenhuma, afinal o engraçado é lutar contra aquilo que nos apetece no plano sentimental e a favor no plano profissional. Entenderam? É que eu não... já não entendo nada de nada de nada de nada. Completamente idiota é como estou a ficar...!

Ontem numa das milhares de revistas e jornais que leio diariamente, vinha o horóscopo de 2008 para todos os signos. O meu retratava uma realidade que ainda me é desconhecida mas que abraçava de bom grado. Basicamente dizia que iria ter sucesso a nível profissional, mas que isso não implicava que tivesse muito dinheiro para gastos supérfluos afinal só precisamos de comprar aquilo que é realmente necessário (e eu sou mesmo superficial nas minhas modestas comprinhas). No plano amoroso aconselhava a esquecer o passado e a viver o presente. E acho que não havia mais nada. Mas caso ainda consiga descobrir a revista no "monte de papel" transcrevo, para daqui a um ano reparar se as previsões da Maya são de fiar ou não.

P.S.: Até há uns tempos atrás achava que tinha poucos "anjinhos"... agora pelos vistos arranjei outro, que não descansa enquanto não me sentir feliz! Thanks!

terça-feira, 8 de janeiro de 2008

Exposição a visitar

O Grupo Coimbra no DeviantART organizou uma exposição de 20 fotografias, "Gente e Locais", no Café Com Arte em Coimbra. São imagens de treze fotógrafos, ainda amadores, que retratam a presença humana em diferentes locais.

A exposição foi inaugurada no dia 3 de Janeiro e estará patente ao público até 4 de Fevereiro no Café Com Arte. A entrada é livre, podendo ser feita de Domingo a Segunda-feira das 14 horas à 00.30h, e de Sexta a Sábado das 14 horas às 2 horas da manhã.

Ainda não consegui ir ver a exposição (porque alguém no Sábado me demoveu por o Café com Arte não ser muito "acolhedor"...) mas tenho a certeza de que vale a pena ser visitada pelas grandes fotografias que reune. Sobretudo porque o nosso amigo João Paulo, vulgo Excer, é um dos participantes.