terça-feira, 16 de junho de 2015

Dourada aquecida


Uma agenda é preciosa. Um futuro ainda mais. Mas e viver o presente, sentindo os seus sorrisos e, em simultâneo, os seus sonhos. Posso?
Vamos sorrir. Pensar no que vou fazer amanhã. No que ainda tenho de fazer hoje e, no entretanto, sonhar. Should I? O mundo é tão grande. A vida pode ser tão grande.
:)

sexta-feira, 5 de junho de 2015

Arranca-te. Tira-te de dentro de mim.



Tempo. Sonhar. Esperança. Acreditar. Reproduzir Tempo.

Uma pitada de ingenuidade e irracionalidade et voilá, somos felizes. Antes disso teremos de o levar a cozinhar em lume brando, com calma e espaço para voar no imaginário como a sugestão assim pede.
Esta é a minha receita ou aquela que gostava de seguir se conseguisse juntar todos os ingredientes necessários para cozinhar a receita do sonho e da construção de um futuro não perfeito mas desejável. A perfeição, por vezes, também se torna aborrecida.
Poderia lamentar-me e afirmar que antigamente era mais fácil construir futuros, brotavam a todo o momento oportunidades e o mundo era mais simples e decifrável e onde todos os futuros e sonhos tinham espaço para viver, crescer, respirar, sorrir. Esta seria, certamente, a forma mais fácil de o fazer. Construir um futuro é uma luta constante, incessante, solitária por vezes sendo essa construção, muitas vezes, contra nós próprios, os nossos vícios, o nosso ADN.

Tenho ideias, sonhos, projetos. Tudo está na minha cabeça como que se tivesse medo que me fossem roubados. No mesmo local domina o medo, a falta de confiança, as poucas forças que me restam depois de saber tudo sobre mim. O medo não me permite avançar e, em simultâneo, deixa-me ancorada nos meus sonhos. A deambular pela sua realização, pela luta por eles, pela sua concretização. Se não fosse pelo medo de magoar os outros, de os preocupar, já me tinha metido à aventura, à perseverança de um sorriso sincero que saísse de dentro de mim. Foram raros os momentos em que isso aconteceu. O medo. Sempre incrustado em mim. Como se fosse uma carraça agarrada a mim e à minha vontade de sonhar. Deixa-me ir, e se não voltar é porque não tinha que o fazer. Mas dá-me a possibilidade de tentar ser feliz, tentar sorrir com a alma e ter o coração cheio. Só há duas formas disso acontecer e a primeira já me garantiste que não mo vais permitir...