segunda-feira, 30 de novembro de 2009

Mussolini ainda vive

A História é feita de avanços e recuos. Já o dizem muitos historiadores e a realidade confirma-o. Os países europeus vivem, maioritariamente, em liberdade há mais de 50 anos. Ainda há pouco decorreram as comemorações da queda do Muro de Berlim. Que significava bem mais do que apenas um muro, de cimento e arame farpado. Histórias e histórias ficaram dos tempos da ditadura, inclusivamente em Portugal, e só não as ouve quem não quer. Mas cada vez mais se ouve falar, no caso português, de que no tempo do Salazar é que era, não havia corrupção nem violência, e tínhamos riqueza (e um povo com fome) e não um défice em profundo crescimento.

Em Itália a realidade é outra. Bem mais grave e sangrenta. E bem mais avançada e assustadora, como fiz questão de pesquisar na Internet depois de ler uma reportagem publicada na revista Visão (n.º 872). Há figuras com cargos públicos que renegam o Holocausto e defendem Hitler como um grande estadista. Berlusconi venceu as últimas eleições apoiado por grupos fascistas, neonazis, nazis, pós-fascistas, e sei lá mais o qué, e que não param de crescer por todo o país. De 2005 a 2008 registaram-se 262 casos de violência fascista contra jovens dos centros sociais, imigrantes, homossexuais e ciganos. E mais de 100 actos de vandalismo contra sedes de partidos (sobretudo comunistas), lápides e monumentos de resistentes ao fascismo de outrora. O túmulo de Mussolini é visitado anualmente por mais de 600 pessoas.

Gianno Alemanno venceu as municipais de Roma, e fez a saudação romana. Umas semanas mais tarde, um designer gráfico foi assassinado por um grupo de jovens fascistas em Verona, a cidade de Romeu e Julieta, pela recusa de um cigarro. Em Verona governa Flavio Tosi que, em 2007, expulsou os ciganos da cidade porque "perturbavam a beleza do centro histórico". Giancardo Gentilini, na Padânia, impôs uma tolerância zero: em três meses desapareceram os arrumadores e mendigos, e num ano expulsou os falsos vendedores ambulantes, prostitutas e ciganos. Tudo apenas, segundo defende, porque aplicou os ensinamentos do fascismo e do evangelho. Houve um desmantelamento de barracas sem alternativa de realojamento, maus tratos e humilhações policiais, falsas acusações e detenções ilegais, condenações judiciais sem provas. Uma perseguição sistemática! Para expulsar os ciganos, romenos, e tudo o que seja considerado diferente. A 5 de Agosto o Governo decretou a obrigatoriedade de usar placas identificativas com a palavra "rom". Uns tempos mais tarde, um casal de turistas homossexuais foi agredido por um grupo de jovens, em Nápoles, perante a indiferença total. Pouco depois, um grupo de homossexuais pediu asilo político no consulado espanhol. A Liga do Norte é a organização fascista mais conhecida e com mais poder, mas à volta dela florescem outras dezenas de grupos, quase centenas.

Outra legalização do Governo foram as patrulhas de vigilância - " a Justiça fazes tu"- garantindo poder à Liga do Norte e concretizando-lhe o sonho de ter uma polícia a controlar o território à sua maneira. O Governo, obviamente, para dar mais espaço e poder a estes grupos, retirou drasticamente os recursos das forças de segurança.

Contas feitas são 55 mil jovens e 65 grupos ultras de inspiração neonazi e neofascista. Mas há mais, muitos mais. São levados pela discriminação, xenofobia e racismo. O Governo de direita alia-se a estes grupos, que lhes garantem votos preciosos, serve-lhes de moderador, dá-lhes espaço, e assim legitima o racismo e o fascismo. Berlusconi defende os actos de Mussolini e os meios de comunicação não podem relatar a veracidade dos factos. E alguma opinião pública fica preocupada.

É angustiante. Está a acontecer em Itália, mas estas ideologias e pensamentos alastram-se rapidamente como a gripe, ainda para mais num clima de crise económica e política que estamos a viver. Em breve Portugal também terá mais força nestes meandros, e outros países europeus (alguns já dão sinais disso, como a França), e suponho que ninguém queira voltar para um Estado fascista, nazi ou o que lhe queiram chamar. Tenho medo de algum dia não poder escrever isto, como o faço agora, porque nesse dia a minha alma morrerá, angustiada e frustrada. E não sei se terei forças para combater tudo isto, esta falta de liberdade que parece vir ao nosso encontro sem compaixão. Mas não consigo ficar de olhos fechados a fingir que nada está a acontecer no mundo, e até mesmo no nosso país.

segunda-feira, 9 de novembro de 2009

Mais uma :)

Partiu-se aqui um copo com a emoção. Não na minha mesa. Numa perto. Sim, também há benfiquistas no Porto, nem tudo é mau, sobretudo em Gaia.

Goloooo!!!!! Ahahaha e do "mai lindo" jogador da Liga Portuguesa. E gostei da atitude do David Luiz, sinto ali uma certa paixão pelo Benfica. Coisa que já não via há muito tempo :)

P.S.: Será que se convidar o Javi Garcia para jantar na minha casa nova ele aceita? ;) Ou o Jude Law? Faço sopinha... Kidding! Ehehe alguém não ia ficar contente...!

Encontrem a verdadeira justiça portuguesa, pff!

Já ando há algum tempo para falar nisto mas o tempo nem sempre mo permite. Caso Freeport, dos Sobreiros, Casa Pia, dos CTT em Coimbra, e o mais actual Face Oculta, entre muitos, muitos outros. São casos e mais casos, e ainda mais casos de corrupção. Mais um pouco e somos semelhantes à Itália dos mafiosos, aliás, se já não somos estamos muito próximos. Os casos de corrupção aparecem, depois escondem-se, não há desenvolvimentos, os acusados esquivam-se por meandros não entendidos por quem não percebe exaustivamente a lei portuguesa. O José Sócrates parece, nada ainda está provado apesar das televisões assim o não ditarem, está envolvido em dois deles. Outros políticos têm outros processos em tribunal, mas nada ocorre, e nem se fala nisso. O Marinho Pinto, Bastonário da Ordem dos Advogados disse, e muito bem, algo tipo: "como podemos condenar o caso Face Oculta ou outros quando há presidentes da câmara corruptos, e com processos em tribunal, que são exaltados pelo povo e ganham eleições. E ninguém diz ou faz nada!" Melhor eu não teria dito!

Tenho um amigo que percebe de leis, e um dia disse-me que há poucos países na Europa que tenham um código penal tão completo como o nosso. O que é uma faca de dois gumes. Por um lado podemos acusar facilmente alguém, e ele é considerado culpado se não tiver um advogado com mais de dois neurónios. Mas quando eles têm o dobro dos neurónios ou possuem um escritório inteiro a trabalhar para um caso, os acusados saem incólumes. Não entendo! E como a injustiça é, de facto, algo que abomino, gostava que todos os advogados deste país não tivessem mais do que dois neurónios e escritórios a abarrotar de estagiários e advogados a trabalhar para um mesmo caso. Não sendo assim, os denominados "grandes" nunca são apanhados e os pequenos lixam-se sempre.

E deixem-se de tretas. Corrupção há em cada canto deste país. Até na minha aldeia, que deve ter uns 3.000 habitantes, a Junta de Freguesia faz falcatruas a torto e a direito. E todos sabem. E o antigo presidente, que já o é há um bom par de anos, voltou a ser eleito e ainda com mais votos. Portanto, o que posso depreender daqui é que gostamos de falcatruas, corrupções, dinheiro dado por debaixo da mesa. Essas coisas que a cada minuto deve acontecer num canto escuro deste Portugal. Ou bem iluminado mas com ceguinhos à volta, ou gente com Alzheimer. Sei lá. É uma idiotice, e acho que, ao invés, de andarem todos a apontar o dedo ao Armando Vara (que até já teve uma atitude de gente na sua demissão), ao José Sócrates, não se devem esquecer dos outros corruptos que povoam este país e nós deixamos e ainda aplaudimos. Só aplaudo, e pode parecer estranho por ele ser do PSD, a atitude do Rui Rio que fez, ele próprio, queixa de um engenheiro que não andava a fazer o seu trabalho como dita a lei! Aplausos para ele! E já agora, também gostaria de dizer que, apesar de não gostar muito dele, o Luís Filipe Menezes transformou Vila Nova de Gaia como ela não era antes, e por isso, também o aplaudo. Com corrupções ou não, desenvolveu bastante a cidade. E fez os passeios à beira-mar, tão agradáveis quando não está a chover...



As crianças na justiça existem?

Outro caso injusto nesta justiça portuguesa é o caso das crianças adoptadas ou colocadas em famílias de acolhimento. Num dia radioso de sol, ou chuvoso, são retiradas a quem as amou durante uns tempos, anos, muitos até, e entregues a pais que não quiseram ficar com elas quando mais precisavam. Eu tive sorte, e como eu outros também a tiveram, mas já contei que frequentei uma escola primária que tinha crianças que muitas vezes não tinham pequeno-almoço para tomar, e iam em jejum. Talvez tenha sido aí que tenha ficado tão picuinhas com estas coisas. Mas não entendo como é que uma mãe, e eu ainda não o fui, com duas mãos e dois braços e duas pernas e um coração presume-se, não tem capacidade para cuidar de uma criança. Se for alcoólica ou toxicodependente, de certeza que o amor que sente pela criança são uma boa justificação para deixar o vício. Se estiver desempregada, arranja emprego nem que seja a lavar escadas ou casas de banho. Pelo amor ao filho, apenas (?). Não entendo o que possa ser mais importante do que uma criança! E sei que há azares na vida, e ninguém está livre deles, mas também sei que depois do azar vem a sorte.

Primeiro foi aquele caso lastimoso do sargento, que era denominado pela Comunicação Social como um coitadinho, quando na verdade comprou a criança à mãe e durante sete anos nunca a entregou ao pai que tinha garantido a guarda da criança na justiça. A polícia dizia que não sabia onde ele estava e por isso, não lhe podia retirar a criança mas na verdade todos sabiam onde viviam. A história começou quando estava a estagiar no Jornal de Notícias e lembro-me bem quando contaram a veracidade dos factos, que não tem nada a ver com aquilo que passa na televisão e nos programas da Fátima Lopes. Pergunto-me agora, onde anda a criança? Está bem em termos de saúde mental? Compreende tudo o que se passa à volta dela? Ouvirá algumas bocas idiotas, mas próprias da idade, dos colegas de escola? Porque tudo isto a pode prejudicar para o resto da vida. E o sargento? Será que já voltou ao serviço ou está de baixa, a lacrimejar pelos cantos da casa? Nem sei como admitem pessoas assim na vida militar...mas isso já é outra história!

E a outra criança, russa, que a mãe levou para o seu país natal, com a permissão do juiz português, depois da criança passar anos com uma família de acolhimento. Esta última família de acolhimento já disse que não exigia ficar com a criança mas considera que não está bem na Rússia com uma mãe alcoólica e uma avó, que sabe-se lá se gosta ou não da neta. As imagens que vejo são apenas da pobre criança com um cão ou cadela, que a deve adorar. A cadela à criança e a criança à cadela porque, talvez, esta lhe dê algum amor e carinho (sim, os animais sabem dar mais amor e carinho que muitos humanos que por aí andam...). Um juiz russo diz não entender como foi possível o juiz português ter deixado ir a criança para a Rússia com a mãe, sem saber as condições em que iam viver. É ele e eu! Será que o juiz português tem a consciência tranquila neste momento, ou já nem sequer tem consciência? Agora parece que vão colocar a criança num orfanato russo, que como todos sabemos têm condições péssimas, das piores do mundo, durante uns meses e se nenhuma família russa requerer a criança, ela poderá voltar para Portugal para a família de acolhimento. E, como em todos os casos mediáticos, já apareceu o pai a reclamar que agora, agora sim que o caso apareceu nas televisões e ele assim também pode aparecer como o salvador da criancinha e ficar famoso e tal, quer adoptar a criança e tem condições para tal. A família de acolhimento já argumentou que ajuda o pai no que for necessário, para que esta pobre criança loura possa ter uma educação digna. Nem sei que mais dizer deste caso, apenas que me entristece imenso que coisas deste género ainda possam acontecer neste país que se diz pertencente à União Europeia, que cumpre os Direitos Humanos. Bla bla bla...

Não sei muitos pormenores, mas no infantário da minha sobrinha está um miúdo da idade dela que foi adoptado por um casal lá da aldeia. Andavam há imenso tempo para ter filhos, e entre abortos e tentativas frustradas, a idade a aumentar, decidiram-se pela adopção, e quando o adoptaram definitivamente, a mãe engravidou como que por milagre. Sem tratamentos e nada do género, e já nasceu e é lindo. Mas isto tudo para dizer que na festinha deles de Natal, o miúdo estava lá e foi a primeira vez que o vi, e não havia ali nenhuma relação mais afectuosa, íntima e intrínseca do que entre aquela criança e o pai. A mãe como estava mais ocupada com o bebé, que tinha uns mesitos, também devia ter uma relação semelhante mas não consegui perceber. Portanto, e o que concluo, é que as crianças não necessitam de sair do nosso ventre ou ter os nossos genes para serem amadas como se fossem nossos filhos, e por isso, devia-se dar mais uma oportunidade às adopções. Bem feitas, sem falcatruas pelo meio e compras, enfim, tudo o que se passou com o sargento e demais história. Fiquei muito feliz na festinha do infantário, de tal forma que fiquei com lágrimas nos olhos, quando vi o miúdo no palco aos saltos a dizer ao pai: "Estou aqui. Tira-me fotos. Anda cá dar-me um bejinho." Penso que todos os que lá estavam ficaram emocionados, pelo menos acho que nunca vou esquecer tudo o que vi para além das palavras daquela criança de quatro anos que escrevi anteriormente. Só queria que todas as crianças que tiveram pouca sorte no nascimento, pudessem ter a mesma sorte daquela criança. Pode ser destino?
P.S.: Grande testamento mas a merda daquela bola não entra na baliza devida. Já me estou a irritar!!! Raios! Só postes e faltas anuladas...

Que filme triste...

Juro que não ando à procura disto na internet mas trabalho com 4 homens, e por isso, é perceptível que tenha acesso a notícias que não me dizem muito mas que, no fundo, pela sua idiotice, acabam por dizer. A história diz respeito a Linda Reis, ou mais conhecida por Pomba Gira, conhecida através do programa (asqueroso) do Herman José em que se ganhavam audiências com a falta de perspicácia de certas pessoas, como é o caso desta.

Mas pelos vistos ela nasceu, ou tornou-se com a vida, mesmo louca e resolveu dar um striptease numa discoteca em Amares (onde raio fica isso? Preciso mesmo de estudar Geografia, está comprovado). As imagens estão por toda a web, inclusivamente no website do jornal mais vendido e lido de Portugal (Correio da Manhã). Podem ser vistas fotografias da bela "coisa" aqui .

E no final, porque a coisa ainda estava soft, resolveu fazer sexo oral a um desconhecido, que não sei se terá ficado agradecido ou enojado. Neste belo evento, a Linda Reis não era a única croma, também lá estava o José Castelo Branco, que continua convencido que sabe cantar e que nós, portugas, é que não lhe damos valor. E o Emplastro não faltou à chamada. Terá sido ele o felizardo do sexo oral...?

Não vou dizer que isto não é notícia merecedora de estar num jornal como o Correio da Manhã, mas alguém devia tentar explicar a esta senhora que já não tem idade, e nem corpo para andar nestas poses. Se quiser fazer sexo oral, ou outros tipos, que faça mas pelo menos que cobre pelo feito. Sempre vai ganhando uns trocos! Este é o nosso Portugal, e depois ainda queremos ter um país perfeito, com espécimes destes a fazer capas de jornais e a darem actuações com público. Somos é de facto um povo que gosta de chafurdar na lama, e quanto mais estrilho dermos, melhor.

P.S.: E o Benfica já marcava um golito ou vou continuar postando... ;)

sábado, 7 de novembro de 2009

Uma vista pela mudança

Possivelmente daqui a uma semana já estarei numa casa diferente no Porto, ou melhor, em Gaia. A casa será apenas para mim e para a Luna, é super ampla, tem dois quartos (um denominado "de arrumos"), uma sala enorme que não sei como vou ocupar, uma cozinha moderna e equipada o suficiente. Varandas da parte da frente e de trás e uma garagem suficientemente grande para meter o meu FS (já agora, o FS já foi ao senhor Dr. e já não tem as mazelas que algum paspalho lhe fez. Está curadinho e lindo como sempre!). Ainda não tenho muita coisa para colocar na casa, apenas o essencial, mas já tenho quinhentas mil ideias para a casa ficar ao meu gosto. E a magia também reside aí, não é?

Quem me conhece, sabe, vai ter cores q.b. e objectos "com a minha cara". Mas preciso de tempo (sou uma workaholic na realidade, e é como me sinto bem) e dinheiro também. E gostar do que vejo ou de outra forma não me vou sentir bem. Não me sinto ansiosa por ir para uma casa sozinha nem assustada, aliás acho que não sinto nada. Estou bem mais preocupada com a imobiliária que pode não cumprir com aquilo que prometeu. As coisas comigo são sempre uma confusão. You know what I mean... Já não tenho medo das mudanças, do que pode vir de errado com as mudanças que impomos a nós próprios, ou que nos impõem. Já me deram uma das machadas da vida, estou só à espera da próxima...!

Obviamente quando precisarem de ir ao Porto, apitem, tenho uma cama à vossa espera. Só não estejam à espera que eu faça grandes petiscos, que de cozinheira não tenho nada. Mas estão convidados para festinhas, risadas, conversas apenas que por serem apenas conversas mas que nos sabem tão bem. Por mim fazia um convite a cada uma das pessoas importantes e marcava um dia para irem la, ou vários dias... um por mês para não se cansarem de mim. Mesmo assim, prefiro fazer aqui o convite e quem quiser, já sabe... Talvez daqui a uns meses, no S. João! Ah sim, porque da minha varanda tenho uma vista previlegiada para o fogo-de-artificío, já para não falar do Red Bul Air Race...

As vistas para o Porto são mesmo fenomenais. E à noite completamente apaixonantes! Prometo que na primeira noite que passar na casa tiro uma foto e a publico, e vos convenço a ir visitar-me. Só pela vista que nos prova de que tudo é possível na vida. Mesmo tudo! Com trabalho, preserverança, e... destino!

segunda-feira, 2 de novembro de 2009

Cusca, eu?! (l.o.l)

Tenho uma questão para os meus poucos, mas bons, ouvintes (gosto sempre de pensar que quando escrevo os outros me estão a ouvir... paranóias). Lá no meu emprego andam-me a "perseguir" porque dizem que sou muito cusca, curiosa. Se cai um papel no chão que quero logo, logo saber porque caiu o raio do papel no chão. E quer dizer, defendendo-me, acho que não sou curiosa apenas gosto de saber o que se passa à minha volta.

Mas eles dizem tanto que sou cusca, do mais cusco que há, que estou a ficar com sérias dúvidas. Acho que me estão a conseguir convencer. E por isso, peço opiniões. Sou assim tão cusca? Mas cusca, só cusca ou incomodativa mesmo? Só sinto curiosidade nas coisas... acho saudável mas se calhar ando a exagerar. Ando?

Aguardo por um feedback (ou fio-de-back) dos meus prezados ouvintes!