terça-feira, 29 de julho de 2008

Schweppes

Ia tendo um acidente quando vi o anúncio num placard enorme "à beira" (estou a ganhar expressões ahaha) da estrada. Não acreditei. Hoje lembrei-me e pesquisei. É mesmo verdade, o Dr. House aconselha a beber Schweppes... eu confio e vou beber!

sábado, 19 de julho de 2008

Bela justiça

Título da notícia de jornal: Homem insulta e tenta agredir magistrados em Santarém

Notícia: o pai de uma criança, abusada sexualmente, tentou agredir o juiz e dois magistrados do Ministério Público no Tribunal de Santarém, depois destes terem condenado o homem de 58 anos que violou a sua filha e mais duas crianças, a 4 anos e meio por quatro crimes de abuso sexual de menores. Neste momento, o pai da criança violada está detido por agressão e o pedófilo foi para a prisão, para daqui a um par de meses sair em liberdade condicional ou pulseira electrónica.

Não tenho filhos mas se fizessem uma coisa do género à minha sobrinha, não sei se me ficava pela agressão ao juiz. Pior que tudo isto é o pedófilo, daqui a uma meia dúzia de anos ter o cadastro limpo e poder adoptar crianças... para depois as violar. E pior ainda é o caso Casa Pia que não vai meter ninguém na cadeia, para além de umas crianças/adolescentes/ adultos com bastantes problemas psicológicos que conseguiu formar. Crianças que não pediram para ir para a Casa Pia, mas que a vida não lhes deu outra hipótese. Não consigo suportar, tolerar ou aceitar pedófilos... estes mereciam ir para a prisão para o resto da vida.

Medo

Vou explicar-vos o meu significado de Medo. Quando queremos tanto, tanto, uma coisa que sentimos um medo de morte de tentar obter o nosso desejo. Quando sabemos que vamos conseguir, mais cedo ou mais tarde, arriscamos e na primeira queda, erguemo-nos de imediato, com medo mas com vontade de sonhar mais um pouco.

Mas outras vezes o Medo é tão grande, a certeza de não conseguir o que ambicionamos é tanta que nem tentamos porque temos a certeza de que à primeira queda, não haveria solução e seria a nossa morte. Tudo o resto já não teria qualquer sentido, nem mesmo aquilo pelo qual lutamos. Um Medo que magoa sem ser sentido, lembrado todos os dias, mal-dito a todas as horas e que faz questão de nos acompanhar em qualquer dia, em qualquer situação. Um Medo que nunca poderá ser superado nem esquecido, apenas arrastado.

Nos últimos tempos tenho pensado muito em ti e naquilo que ainda sobrevive dentro de mim. De tudo aquilo que me deste a conhecer, de tudo aquilo que me fizeste sentir sem esforço, do teu olhar e da sua ausência. Não sei porquê a constância de pensamento, talvez por ter feito algo a pensar em ti, por ter sido para ti que lutei tanto por alguma coisa, que dediquei algo tão importante. Ou talvez porque te estou a deixar viver ao meu lado, não interferindo mais na minha vida, mas aceitando que farás parte dela para sempre. Porque estou a conseguir interessar-me por outros ti's, igualmente importantes. Mas, acima de tudo, porque sou uma verdadeira idiota com memórias!

quarta-feira, 16 de julho de 2008

Agora e aqui

Há momentos em que nos deixamos cair, pelas mais idiotas razões, e sabemos que no dia seguinte ou na hora a seguir temos de estar a sorrir. Porque a realidade assim o pede, e as expectativas caidas sobre nós o exigem. O esforço é grande e mesmo assim não acontece o que supostamente teria de ter uma razão. Até que descobrimos que não tem de existir uma razão no imediato, porque ela pode aparecer mais tarde.

Quando descobrimos, não tem de existir nenhuma razão em concreto. Basta alguém que, mesmo longe e ausente, nos faz sorrir pelo passado, pelos poucos mas verdadeiros sorrisos. São essas almas gémeas ou acompanhantes permanentes da nossa vida que fazem sentido, em qualquer momento, por qualquer justificação ou razão... ou mesmo sem nenhuma! Isto não faz sentido para mais ninguém, a não ser para mim, neste momento, neste local, a esta hora. Um dia mais tarde, quem sabe, se não beberei novamente estas palavras para justificar qualquer outro sentimento e desejo.

P.S.: Já disse que gosto de tudo o que seja autentico? Desde pessoas a sentimentos, passando pelo estado do tempo e do mar...

terça-feira, 15 de julho de 2008

O molde nem sempre encaixa na peça...

All of these lines across my face
Tell you the story of who I am
So many stories of where I've been
And how I got to where I am
But these stories don't mean anything
When you've got no one to tell them to
It's true...I was made for you

I climbed across the mountain tops
Swam all across the ocean blue
I crossed all the lines and I broke all the rules
But baby I broke them all for you
Because even when I was flat broke
You made me feel like a million bucks
You do
I was made for you

You see the smile that's on my mouth
It's hiding the words that don't come out
And all of my friends who think that I'm blessed
They don't know my head is a mess
No, they don't know who I really am
And they don't know what
I've been through like you do
And I was made for you...

All of these lines across my face
Tell you the story of who I am
So many stories of where I've been
And how I got to where I am
But these stories don't mean anything
When you've got no one to tell them to
It's true...I was made for you

P.S.: São poucas as letras de canções que fazem todo, todo e todo o sentido!

P.S.2: Próximo fim-de-semana, novamente no Piano, à mesma hora, sinceridades ao sabor de duas sangrias? Desta vez, sem carro à mistura...

quarta-feira, 9 de julho de 2008

terça-feira, 8 de julho de 2008

Aprender a viver

Depois de uma conversa com alguém interessante mas muito diferente de mim em certos e importantes aspectos, lembrei-me da minha visita à Cova da Moura há quase um ano. Foi diferente, mudou-me certas perspectivas e alterou a minha maneira de ver a vida dos outros.

Sobretudo daqueles com menos possibilidades na vida. Dos que não tem pais com possibilidades de lhes fornecer mesada ou semanada, um carro, uma casa confortável e perspectivas de uma vida optimista e mais sorridente. Amigos têm mais do que se for preciso, e bons amigos, com vidas iguais e futuros semelhantes. Pessoas que admiro pelo pouco que tiveram ao nascer, e pelo muito que têm na construção de uma vida difícil sem tempo para pensar no que não importa.

Vidas que merecem ficar num livro, da vida e para sempre. São alguns dos meus heróis que merecem ser recordados e aqui fica um pouco daquilo que fotografei na Cova da Moura. Aconselho vivamente a visitarem para verem e sobretudo conhecerem com os próprios olhos, porque vale a pena para nos dar um puxão de orelhas. Não é aconselhável irem sozinhos mas podem contactar a Associaçao Moinho da Juventude e agendarem uma visita por todo o bairro.















sábado, 5 de julho de 2008

Um sorriso no meio de uma tempestade...


Sinal vermelho, paramos. Olho em frente, abro o vidro e digo sem dúvidas "ele está ali!". Perguntam qual deles é, e ainda mais convicta, respondo que é o que está de costas, sem precisar de olhar para a cara. Perguntam como o reconheço e respondo em silêncio, pelo pensamento: "pelo coração". Olho rapidamente à volta e justifico que o cabelo é o teu e o amigo ao teu lado é um amigo teu.

Por muito tempo pensei que a cidade fosse demasiado grande para nós os dois. Ontem provou-se que é pequena, mas com muitos recantos difíceis de imaginar. Foi bom e já tinha saudades mas melhor ainda seria olhar-te nos olhos e perceber se está tudo bem ou não. Isso preocupa-me porque tenho medo que não esteja. Neste momento é apenas isso que interessa, o estar tudo bem para ti. Porque o amor também significa isso, o desejo de um sorriso na boca da outra pessoa, mesmo que a causa não sejamos nós. Desde que o sorriso seja puro e verdadeiro, o resto já pouco importa!

O sinal ficou verde e disse-te adeus, até à próxima. Até sempre nesta coisa que temos cá por dentro, a bater muitas vezes e sempre com muito furor por quem merece...

sexta-feira, 4 de julho de 2008

Quanto vale uma pessoa?


Há dias em que me sinto na pele do Dr. James Wilson do Dr. House... maltratada e ignorada, sem valor. Por tudo o que de horrível existe e sinto nojo. De todas as pessoas que prefiro sentir e ver à distância. Noutro planeta, se for possível! E são apenas umas quantas, meia dúzia ou nem tanto, mas têm sempre de me calhar na rifa, tamanha é a minha sorte...!

Sendo contra a violência, neste caso até coloco a hipótese de dar uns valentes sopapos na cara de quem não merece sequer uma silaba saída da minha boca. Ou sequer uma mísera preocupação mas que a têm necessariamente, por conviver com alguns dos que me são mais do que tudo. Não são assim tantos, porque tem de ser assim? Estou realmente cansada disto... mesmo! Já nem sei se vale a pena... ainda há alguma coisa que valha a pena nisto tudo?