quarta-feira, 16 de julho de 2008

Agora e aqui

Há momentos em que nos deixamos cair, pelas mais idiotas razões, e sabemos que no dia seguinte ou na hora a seguir temos de estar a sorrir. Porque a realidade assim o pede, e as expectativas caidas sobre nós o exigem. O esforço é grande e mesmo assim não acontece o que supostamente teria de ter uma razão. Até que descobrimos que não tem de existir uma razão no imediato, porque ela pode aparecer mais tarde.

Quando descobrimos, não tem de existir nenhuma razão em concreto. Basta alguém que, mesmo longe e ausente, nos faz sorrir pelo passado, pelos poucos mas verdadeiros sorrisos. São essas almas gémeas ou acompanhantes permanentes da nossa vida que fazem sentido, em qualquer momento, por qualquer justificação ou razão... ou mesmo sem nenhuma! Isto não faz sentido para mais ninguém, a não ser para mim, neste momento, neste local, a esta hora. Um dia mais tarde, quem sabe, se não beberei novamente estas palavras para justificar qualquer outro sentimento e desejo.

P.S.: Já disse que gosto de tudo o que seja autentico? Desde pessoas a sentimentos, passando pelo estado do tempo e do mar...

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