Avançar para o conteúdo principal

Faith no More - Memorável

Começou o concerto de uma forma irreverente, a tocar um instrumento, e vestido como se estivesse preparado para entrar numa igreja. Na primeira música surgiu o “monstro de placo” que Mike Platton encarna: segurou o microfone com os dentes, gritou, berrou, atirou guitarras. Só me perguntava: o que pode vir a seguir?? Isto não foi um concerto, foi um espectáculo memorável!!!

E o crowd surfing? Como é que um homem daquela idade faz aquilo? E quase fica sem um sapato, e chama besta ou bestiais, num português abrasileirado, ao publico e sorri! E chama nomes ao Ronaldo, com milhares de portugueses a aplaudir. Isto é que é um senhor sem papas na língua. Um homem do rock, do punk, do palco. Mas quem se ia lembrar de cantar uma música da banda, escrita originalmente em inglês, em português? È inacreditável!

Nunca acabem, Faith no More, por favor. Continuem a viciar-nos em vocês, e nas vossas músicas, estilo eclético, de show e amor ao público e à música, de camisas suadas e muita energia ainda por deitar para fora. Há tão poucas bandas como vocês. Continuem como Faith no More, por favor! Que o “até à próxima" seja mesmo verdadeiro! Memorável, Mr. Patton!

Comentários

Mensagens populares deste blogue

Jornalistas na Guerra

Muito se tem falado das pessoas que saem (ou fogem) do Líbano, mas pouco se fala dos que vão para lá trabalhar. Porque alguém tem de estar no terreno, para contar aos ausentes, o que se passa. Profissionais, uns mais que outros, mas todos louvados pela coragem e sangue-frio que é necessário num cenário de guerra. Julgo que é o limite da carreira de qualquer jornalista, fotógrafo, cameramen.. não há nada mais dificil! Se se conseguir transpor este obstáculo, é possível fazer tudo! Em Setembro de 2000, na Convenção da RTNDA, Christiane Amanpour fez uma brilhante e emotiva defesa do jornalismo. Desse discurso retiro estes parágrafos, para que alguém os entenda, se souber entendê-los: «Disse uma vez a um entrevistador que nunca casaria. E que nunca teria filhos. Quando se tem um filho, disse, temos, pelo menos, a responsabilidade de ficarmos vivos. Isso foi há sete anos. Entretanto, estive casada dois anos e tenho um filho com cinco meses. Mas uma coisa estranha aconteceu, uma coisa que eu...

Um modelo perfeito...

Desculpem lá... mas o Minuche deve ter sido modelo na sua outra vida! Estas fotos foram tiradas em um minuto.. sempre a disparar e já viram bem a posse dele... ;)

Aquele mito...

Kurt Cobain deixou uma clínica de desintoxicação em Marina Del Rey na Califórnia no dia 1 de Abril de 1994, tendo sido dado como desaparecido. Foi encontrado morto sete dias depois. Courtney Love estava em Los Angeles (segundo ela em trabalho, o que muito espantou a sua manager, Rosemary Carroll) e contratou o investigador Tom Grant para encontrar o seu marido. Tom sempre duvidou da tese da polícia de "suicídio", e por isso durante meses investigou o caso, contrapôs provas e factos, entrevistou amigos próximos e familiares de Kurt. Chegou à conclusão que Courtney Love e Michael Dewitt (o empregado que vivia na casa de Seattle) estavam envolvidos numa conspiração que resultou na morte do líder dos Nirvana. Parecia que não era a primeira vez que Courtney atentava contra a vida de Kurt, mas tinha sido a primeira com êxito! Em Dezembro de 1994 Tom começou a falar publicamente do que tinha descoberto, e viu-se alvo de várias ameaças físicas e legais, tal como os órgãos de comunica...