terça-feira, 19 de junho de 2012

Não!

Não à falta de expressão, à falta de liberdade, ao medo! Não mais!

Não ao cruzar de braços, à revolta íntima e insípida, à voz que não ecoa. Não!

Não a um país que não ouve, que se move sem pensar, à falta de valores. Não mesmo!

Pela minha sobrinha, pelo meu sobrinho, por todas as crianças que merecem crescer e viver em liberdade, nós, eu, devemos-lhe um crescimento como o nosso: em liberdade, com justiça, com vida, com sorrisos, com vontade de ir e ir, de dizer que não e recusar!

Por tudo isto abriu-se uma nova página para mim hoje. Não sei como começa, mas não contém sorrisos ou medos. Apenas ganas para voltar isto do avesso. Ou não serei mais benvinda a esta realidade.

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