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Hoje o dia foi, usando uma palavra que me habituei a ouvir diariamente, brutal! Com quatro horas de sono fui para uma conferência a muitos quilómetros daqui, em que só falavam de coisas de que eu apenas conhecia o nome. Esqueçam a funcionalidade das soluções ou como elas são na prática. O café foi suficiente para não adormecer, ao almoço ainda consegui chorar, e durante a tarde até gostei das apresentações.

Mas o melhor veio no final... quando por obrigações várias tive de me levantar do meu lugar e ir até lá à frente, atravessando um anfiteatro cheio de homens (havia apenas e somente quatro raparigas, a contar com as da organização...), deixando para trás um Miguel a rir-se que nem um desalmado e a não acreditar no que estava a acontecer. A minha cor virou do normal num humano para vermelho-tomate, e o meu coração deixou de bater por segundos. Mas a verdade é que também semeei algumas invejas o que nem sempre é salutar, o que é facto é que vou a Óbidos nos próximos meses ou darei uma grande prenda a alguém. (Eheheheheheh!) Foi uma B-R-U-T-A-L-I-D-A-D-E! Mesmo, inacreditável, porque por detrás de tudo isto há uma grande história. Para saber mais por favor contactem...

E no final pensei: ainda vão acontecendo estas pequenas coisas que me fazem sorrir. No meio de tanto azar ou tanta asneira, há momentos de sorte. O número? Era o 58...

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