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Another day

Digamos que estou a ficar um pouco fartinha de tudo isto. Notícias e mais notícias, a maioria sem nexo mas mesmo assim sem contarem a história toda porque dessa forma ia explicar-se o facto do noticiado não ter grande sentido. O tentarem convencer o país que vivemos numa ditadura em que os jornalistas não podem publicar aquilo que querem. Basta! Tentamos viver numa democracia e não numa anarquia, e por essa mesma razão há regras a cumprir. Uma fulcral é não levantar falsos testemunhos sem provas. Faz parte do código de ética. Mas ou eu ando cega, ou algo se passa e ainda não entendi. E o povo, lacrimejoso e desejoso do renascimento de um salazar, come todos os pratos que lhe apresentam na mesa. Ao invés de trabalhar, e produzir, a ver se saímos desta crise! O povo que devia esquecer os subsídios, e as aldrabices que todos os políticos cometem como se isso fosse um requisito, e também deixasse de aldrabar quando pode. Agora até já o Luís Figo e a Inês Medeiros estão metidos no esquema.No fundo, acho que estamos todos... e o jornal Sol saiu da crise porque já deve ir na sua 30.ª edição, só neste fim-de-semana. Pelo menos alguém que não vai à falência.

Quem quiser que atire a primeira pedra... mas com consciência. Amanhã vou falar mal do Sócrates neste blog, a ver se o fecham ou me perseguem. O meu sonho sempre foi ser investigada, ter o telefone sob escuta, andas a ser espiada. Ou espiar :) A ver vamos se dá resultado!

P.S.: Ao menos amanhã que vença o Filipe Pinto! Aquele puto com aquele vozeirão, que para minha satisfação cantou nirvana de uma forma sublime no último domingo. E no final, parecia que a alma ou o espírito do Kurt Cobain tinham entrado dentro dele durante a música. Fiquei arrepiada, mas talvez seja da falta de entusiasmo com a realidade que me rodeia. Sinto falta do grunge, daquele que ele cantou, da revolta e da humildade. Do ser puro e ditar as normas para nós próprios sem interferir na vida dos outros. E fica dito!

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