Avançar para o conteúdo principal

Belas palavras, história e sonhos

"Tudo o que um homem faz nasce do amor a uma mulher. Se não houvesse uma mulher a quem agradar, a gente nem se levantaria da cama. A Humanidade não teria feito metade das suas grandezas. O princípio de tudo é o amor (...) Há quem morra e até quem mate. O amor gira em torno desse amor absurdo por vocês!"

"Nessa época escrevi um conto chamado «Amor engaiolado». O que é que dizia? Um passarinho apaixonou-se por uma fêmea que vivia trancada numa gaiola. Todos os dias, ele voava para o parapeito da sua casa. Era seus olhos, sopro de liberdade. Horas a chilrear-lhe coisas do mundo. Autobiografia? Um pouco de mim. Nessa vida, já encarei fogão e mesa de restaurante. Vendi roupa, fiz de modelo, distribuí panfleto. Saí pela mata de cavalo, tomei banho em cachoeira, fui budista, estudei teatro..."

"Escrever é respirar? É um lugar, o único onde posso ser tudo. Até o que não existe. Escrever é brincar de Deus."

In Expresso de 13 de Junho de 2008. A história de um tal Reginaldo Cruz, 32 anos, Biguelo para aos amigos. Actor, encenador e sonhador. Às vezes, empregado de café...

Comentários

Mensagens populares deste blogue

Um modelo perfeito...

Desculpem lá... mas o Minuche deve ter sido modelo na sua outra vida! Estas fotos foram tiradas em um minuto.. sempre a disparar e já viram bem a posse dele... ;)

Agua... lixo... folhas...

Eu sei que tiro fotos a coisas estranhas... :) Buçaco 2005 :p Excer... uma igual a esta não tens tu ;) Muahaha!

Um caso de falta de ética

Joaquim Cardoso Dias acusa o Público de uso indevido de uma fotografia sua no suplemento Ipsilon. A dita imagem já havia sido publicada no Ensino Magazine , mas isso não foi referenciado no suplemento, juntamente com o nome do autor. Ele resolveu escrever uma carta de indignação ...! "Não sei a quem dirigir este email. No entanto, tenho de escrever estas palavras de maior desencanto. Já remeti vários emails para o endereço ipsilon@publico.pt, mas não obtive qualquer resposta. O caso que seguidamente irei relatar não é inédito comigo. Os outros casos deixei passar em branco por falta de tempo ou por não ter deles conhecimento atempadamente.No passado dia 11 de Maio de 2007, e como é habitual, comprei um exemplar do Público, porque aprecio alguns artigos e redactores - alguns são meus amigos. Quando ainda na rua folheava, por acaso, o Ipsilon fico surpreendido com uma fotografia inserida na página 19, ilustrando um artigo de fundo com o título "O cantautor infame" da autor...