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Ano mortal para os jornalistas

O Instituto Internacional da Imprensa considerou o ano de 2006 como o mais mortífero para os jornalistas, com cem mortes registadas, mais 45 do que no ano anterior. O Iraque está, pelo quarto ano consecutivo, no topo da lista dos países onde mais jornalistas são assassinados, a registar 46 mortes. Calcula-se que desde o início da ocupação no Iraque, há quatro anos atrás, já tenham morrido 196 profisionais da comunicação. "Os assassinatos e sequestros de jornalistas locais converteram o Iraque no país mais perigoso de todos para o trabalho de informação pública", revelou o Instituto no seu relatório anual apresentado esta semana em Viena.

O Iraque é seguido das Filipinas com 10 mortos registados o ano passado. O México vem a seguir com sete jornalistas mortos, seguido do Sri Lanka (5), Paquistão (4), Afeganistão (3), Columbia (3), Venezuela, China e Rússia, todos com dois. A Rússia é o único país europeu a figurar na lista, com 43 profissionais mortos desde 1997. Cuba é considerado como "a maior prisão" destes profissionais da comunicação por ter prendido 25 jornalistas em 2006.

Antes de 2006, o ano mais mortífero tinha sido em 1999, com 86 mortes registadas.

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