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Mensagens

Tempo real

Não tenho tido tempo para passar aqui, nem para contar as novidades! A razão é simples: mudei-me no Domingo para Lisboa, mais propriamente, Paço de Arcos. Estou a trabalhar em Oeiras. Ainda está tudo muito incerto, ainda assinalando os "ou...ou" dum post antigo. Apesar de não ser a minha área preferida dentro da comunicação social, estou a gostar do que estou a fazer, dos colegas de trabalho e sobretudo da localização. Fica a 5 minutos da praia, tal como o meu quarto (e pertíssimo de Carcavelos: Carcavelos praia... praia Carcavelos surfistas Carcavelos...). O meu desejo de trabalhar no Algarve devido ás temperaturas e à praia estão totalmente realizadas. A única questão é saber o que me espera no dia seguinte, e no próximo, e na semana seguinte e na próxima. Tudo muito incerto por enquanto!

Verão politicamente quente

O resultado das eleições para a Câmara Municipal de Lisboa provocaram um verdadeiro reboliço na política portuguesa. Avizinham-se dias escaldantes, ataques verbais e bastantes mudanças ou pelo menos assim esperamos que suceda! O PSD está em completa ebulição. Todos os dias aparecem novos candidatos à liderança do partido. Uns falam em Marques Mendes (completamente desgastado na minha opinião), Rui Rio (pelos vistos não aceitou o "convite"), Manuela Ferreira Leite (não sei se a memória dos portugueses já estará totalmente desfeita para não se lembrarem do que ela fez...), J osé Pedro Aguiar Branco (uma possibilidade mas não creio que me convença!) e Filipe Menezes (talvez o melhor...). Mas parece-me que a comunicação social e os analistas políticos, se estão a esquecer de alguém...! Alguém que saiu da política completamente derrotado mas que, nem isso, o fez baixar os braços e deixar de fazer propaganda política e aparecer nos meios de comunicação social... Pedro Santana ...

Mais um erro do Público

Quem me conhece sabe que nunca morri de amores pelo Jornal Público. E as contínuas e constantes faltas de ética são uma das causas. Prezo muito o jornalismo de investigação que alguns jornalistas da casa insistem em promover mas isso não pode e nem deve fazer um jornal no seu todo. Depois de muitos jornalistas, inclusivamente o seu director, não terem renovado (e alguns há uns valentes anos) a sua carteira profissional eis a nova mancha: ERC volta a criticar Público E continuo a achar que a base do jornal é óptima, só precisa de uns ajustes, sobretudo nos órgãos directivos e executivos. Renovações são essenciais a qualquer jornal!

Quatro historietas para mais tarde recordar!

História 1 Estação do Oriente. Estava eu hoje à espera do comboio quando chega um jovem rapaz com uma mala enorme preta e uma camisinha aos quadrados. E sem qualquer razão fiquei a olhar e ele imitou o gesto. Sentou-se atrás de mim! A dada altura, com a ventania que teimava em não amainar, o rapaz pediu lume, cedi-lho e houve um sorriso. O comboio chegou e como a minha carruagem ficava à frente, fui andando e deixei de o ver. Entrei, sentei-me, liguei a música para tentar não pensar e a olhar para uma tremenda confusão no corredor só me ocorria: "Que não seja o 67! Que não seja o 67!" E senti-me aliviada quando vi todos os transuentes finalmente sentados: "desta vez vou sozinha" (pois... porque da última vez tive companhia duma moçoila que já não devia tomar banho há um mês, com um cheiro a suor inexplicável e sempre a sorrir com um sorriso amarelo, quando amarela de falta de oxigénio estava eu...!). O comboio começa a andar, a andar... passam cinco minutos e voltei...